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o erro de kelsen





O erro de Kelsen Por Ana Paula Arendt*


Em Hum mil novecentos e trinta e um, Hans Kelsen cometeu um erro crasso**. Diante de um macaco de Deus comum***, transformou-o em um jurista de fino traço.


Sim, porque sendo Kelsen um intelectual de vasta cultura emprestou a um funcionário do ódio sua grande estatura. O resultado de tão celebrado “diálogo” foi o que vimos: uma peça de propaganda, até hoje, alegando-se argumento fino, a corrupção da bandeira, de suas cores, dos homens, d’um hino…


Não, Kelsen, o livro de Schmitt nunca foi um argumento honesto…! Era uma peça de oferta política, contra toda Lei um protesto!


Não, Kelsen! Não seja tão puro de novo. Os Prêmios de prestígio que ganhaste, O nobre instituto que em teu nome levaste, não emudeceram Satanás nem os urros irracionais do povo… Em nada mudou o destino das vítimas mortas a tua elegância: comemoraram os demônios tanta ingenuidade, ah, tua infância…! ****


Não, Kelsen! Não se deve jamais dialogar com a confusão do demônio. Não se deve enviar a ele decretos, nem ideias, nem cartas, teorias não servem para refutar um rosto maligno e risonho… O demônio se expande imprimindo as suas marcas na pele de seguidores cegos que o seu ferro de tutela abarca…!


Com o demônio, todo Apóstolo sabe, e é preciso saber: cite apenas versos da Bíblia que esconjuram dele o poder. Diante do Maligno, Kelsen, deve se horrorizar todo o seu ser! Recorra ao D’us de Israel, de Jacó, de José, de quem Vê… Deus verdadeiro de verdadeiro o provará ridículo por você.


Ana Paula Arendt. Poemas Ântumos.


* Ana Paula Arendt é cientista política, poeta e diplomata.


** Hans Kelsen, ”Who Should Be the Guardian of the Constitution?”. Ensaio publicado em 1931, contra o livro de Karl Schmitt, que arguía que o Presidente do Reich, Adolf Hitler, deveria ser o “Guardião da Constituição”; que a democracia era um regime de pessoas homogêneas; e que o Chefe do Reich era a voz do povo… Kelsen desenvolveu sofisticado raciocínio jurídico para defender que a Constituição era uma atribuição do Parlamento, da representação de toda a sociedade em sua pluralidade.


*** "Eu, medo de Satanás? É ele que deve ter medo de mim. Eu trabalho em nome do Senhor do mundo. E ele é só o macaco de Deus”. Padre Gabriele Amorth.


**** "Ó Timóteo, guarda o bem que te foi confiado! Evita as conversas inúteis e mundanas, assim como as discussões de uma falsa ciência. Alguns, por dar crédito a elas, têm se distanciado da fé. A graça esteja convosco." (Primeira Carta de São Paulo a Timóteo, 6:20-21).


Imagem: Padre Gabriele Amorth, fundador da Associação Internacional dos Exorcistas.


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